A importância de um correto Planejamento Tributário para engenheiros

Planejamento Tributário

Planejamento Tributário

Um dos pontos mais confusos para os empreendedores no momento de abrir o próprio negócio é o planejamento e a escolha do regime tributário que melhor se adapta ao perfil da empresa.

O primeiro conselho é que esse passo deve ser dado mediante auxílio de um profissional ou escritório de contabilidade de sua confiança.

A finalidade do planejamento tributário é um conjunto de ações e decisões positivadas pelo direito empresarial brasileiro que objetivam uma oneração cada vez menor da folha de pagamentos com impostos e tributos, ou seja, o empresário tem a prerrogativa de estruturar o negócio da maneira que a incidência compromissos fiscais sejam menores possíveis.

Para começar o planejamento tributário é necessário levar em conta a previsão de:

  • primeiramente o faturamento da empresa;
  • em segundo lugar a previsão de gastos com operação;
  • previsão de lucratividade;
  • previsão de gastos com folha de pagamento.

Nesse sentido são esses os quatro parâmetros que vão direcionar sua empresa para um regime tributário ou outro em determinado momento. O quadro comparativo entre essas variáveis, se assim podemos chama-las, aliada ao ramo da atividade desempenhada e o faturamento é que vai apontar a modalidade tributária mais vantajosa para seu empreendimento.

 

Entenda um pouco sobre Engenharia no Simples Nacional

Um dos regimes tributários pessoa jurídica que vigoram no Brasil é o Simples Nacional.

Nessa modalidade podem figurar empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões.

Descrevemos um pouco sobre engenheiro

Se o faturamento for menor que R$ 600 mil, a empresa pode optar pelo Super Simples, com porcentagens reduzidas e unificação de impostos como:

  • em primeiro lugar PIS,
  • em segundo o Cofins,
  • posteriormente o IPI,
  • ICMS,
  • CSLL,
  • ISS,
  • IRPJ e, dependendo do caso,
  • INSS patronal.

Em suma o Simples Nacional apresenta alíquotas menores e mais simples de seres apreciadas, tornando mais fácil o controle das responsabilidades tributarias mensais e anuais.

Portanto, as empresas que tem limite de faturamento superior a R$ 48 milhões e operam no mercado financeiro devem aderir à modalidade Lucro Real.

As taxas de impostos são consequência do resultado da conta feita entre despesas e receitas, sendo que nessa modalidade é necessário que o empreendimento seja metódico na organização tributária.

Entenda um pouco sobre o Engenharia no Lucro Presumido

O regime de Lucro Presumido (base de cálculo pis e cofins/irpj e csll), no qual qualquer tipo de empresa pode pedir adesão. Porém é preciso:

  • o faturamento não pode ultrapassar o teto de R$ 48 milhões por ano. A Receita Federal é quem determina a taxa que irá incidir no Imposto de Renda e na CSLL.

Por outro lado, há também a possibilidade de se enquadra em um tipo especial de regime tributário:

  • O Microempreendedor Individual (MEI). sendo o seu teto de faturamento anual é de R$ 60 mil.

O tributo é fixo:

  • primeiramente de R$ 34,90 mensais, independentemente se atividade é comercio ou industrial.
  • o setor de serviços a taxa passa para R$ 38,90 por mês.

Em suma, em qualquer uma dela já estão incluídos os repasses para Previdência Social, ICMS e ISS.

Portanto todos os regimes possuem vantagens e desvantagens, cabe ao empresário, auxiliado por seu contador, escolher aquele que lhe seja mais benéfico.

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